segunda-feira, 10 de maio de 2010

PET de A a Z - Gonzalo Adrián Rojas

Um pouco do expositor de nosso próximo encontro; Gonzalo Adrián Rojas é Professor Adjunto de Ciência Politica na Unidade Academica de Ciencias Sociais (UACS) no Centro de Ciências Humanas (CH) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Ministra disciplinas no Programa de Posgraduação em Ciencias Sociais (PPGCS) na UFCG. Possui Pós-doutorado em Ciência Política (DCP) do Instituto de Filosofia e Letras (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) na área: Estado, processos políticos e organização de interesses concluido em março de 2010; doutorado em Ciência Política (DCP) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas (FFLCH) pela Universidade de São Paulo (USP) concluído em novembro de 2006 e graduação (Licenciatura) em Ciência Política na Universidade de Buenos Aires (1994). Trabalhou no Programa de Publicações em Português do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) no período de 2005 a 2007. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase nos temas: Estado, Classes Sociais, Grupos de Interesse, processos políticos e movimentos sociais na América Latina, atuando principalmente nos seguintes temas: Governos posneoliberais e processos políticos na América Latina, relações facções de classe e Estado nas formações econômico-sociais latino-americanas e movimentos sociais e esquerdas politicas na América Latina. Leciona e orienta no curso de especialização em "Estudos Latino-americanos", oferecido pela Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

fonte: Curriculo Lattes
http://lattes.cnpq.br/7244600311946748

Abraços
Érika C. M. Alves.

PET de A a Z

Toda Quarta é DIA de PET de A a Z, e nesta quarta teremos o professor Gonzalo como expositor o tema escolhido para o nosso debate é o seguinte:

Governos pós-neoliberais na América Latina (1999-2009)
Uma análise comparativa dos governos de Argentina, Brasil, Venezuela, Bolívia e Chile.

Resumo:

Este seminário é o resultado da pesquisa de pós-doutorado no DCP da Unicamp, que continua em andamento no Grupo de Estudos de América Latina (GEAL) na UFCG. A pesquisa versa sobre os denominados governos pós-neoliberais na América Latina a partir do estudo dos casos de Argentina, Brasil, Venezuela, Bolívia e Chile entre 1999 e 2009. Os casos de Uruguai e Equador são inferidos a partir dos países analisados. O estudo busca caracterizar as articulações entre as frações das classes no bloco no poder expressas por esses governos, visto que geram efeitos específicos sobre os aparatos do Estado no marco de suas formações econômico-sociais. As forças sociais localizadas fora do bloco no poder, mas que contribuíram para interpretar tais governos, são incluídas a partir da noção de frente. No plano teórico geral são tomadas como referência a teoria das classes e política de Nicos Poulantzas, para compreender as relações entre burguesias e Estado nas formações econômico-sociais latino-americanas em suas relações com a cadeia imperialista. No nível comparativo, utilizar-se-á da teoria da economia política comparada. América Latina é tomada como um campo específico de estudo.

para conhecer melhor o trabalho do nosso professor acesse o seu Currículo Lattes

http://lattes.cnpq.br/7244600311946748

Abraços
Érika C. M. Alves.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Pet de A a Z(participação do prof. Fábio Freitas)

Na última quarta-feira,dia 05 de maio,o nosso evento contou com a presença do prof. Fábio Freitas,especialista em direitos humanos. O professor conversou sobre o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos: proposta para o ensino superior. Registramos a importância de termos tido acesso sobre tal assunto,pensando como processualmente esse plano se instaurou,refletindo sobre seu o papel relevante no mundo acedêmico.O professor também compartilhou conosco o seu trajeto no interesse pela área e seus trabalhos. Desde já,nós que fazemos Pet Antropologia,agradecemos a participação do professor Fábio Freitas e a também a participação dos alunos da graduação. Mais um vez queremos intensificar nosso convite para as proxímas quartas-feira!!! A proposta do pet A a Z é gerar um momento de encontro dos professores do nosso departamento com os alunos da graduação. PARTICIPEM!!!!

O prof. Fábio Freitas avisa que aos interessados em saber mais informações sobre o tema,acesse seu email:ffreitasdh@gmail.com

Abraço e até a proxíma!
Lígia.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Vamos brincar um Pouco

CANTO O BRASIL



Brasil virgem;

Sem mácula,

Descoberto e violado...

Massacre de ave penada,

Mancha negra de outra implantada?

Aristocrática, independência BRANCA;

Ai! Vertigem.

Puro basilisco, no olho o cisco;

No povo de pena faz-se um risco;

O incômodo negro se disfarça;

Panelas políticas; de sempre!

E bem ao gosto de hoje.

Gestação ruminante a garfo e faca.

Cosido e bem preparado,

Pescoço que veste branco; ao se descoberto

Pouco sofre;

Quadrilha informal.

Ai! Despiguimentado...

Quem disse que preto e pardo não é gente,

É desgraça?

A quem creditar à pobreza?

E tantas outras violências?

Fácil dizer entendo a dor... nacional,

E fazer, showmício, baile, festival.

Mas tantos gritam... Liberdade, democracia,

Representação, república! Mas que vem?

Fé! Ora-ara!

Tara...Vara!

Ainda tem “preto que lava pé”!

Tão claramente permanece.

Pai só muito axé! Axé, axé...

“analfabeto político empregando político analfabeto” ¹

Na esperança do letrado desbancar.

Foi o que vieram me falar.

Talvez o que sentiu fome o outro saiba alimentar.

Este não caminha as 17:00h na Sé!

Reforma agrária?

Projetos enfeites, maquilagens sociais,

Columbina, ponto e vírgula, carnaval.

[?]

Homens do povo, se animem!

Alegria, alegria!

Morte na periferia, prestimoso...

Caixão barato. Velas! Votos! 18? Hum!

Tudo começa com V

Ver se me entende.

Vejo se me paga.

Voto sim...Vou ver?

Se faço? E, estamos no Brasil...

Será que nada? Nada!

Negro mulato tinha que ser presunçoso.

Só agora vítima?

Preocupação, curral novo, segregação.

“Cota escurez”, concessão.

Negam o racismo do Brasil

Pela não nudez do fato.

Muitos advogam que não.

È para não pensar,

Mas fácil dizer que não tem solução.

Não importa se formal ou não;

Faz sofrer...

Ò! Chico! Faltam os bêbados politizados do

centro da cidade.

Falta todos saberem que nos matam por inanição.

Até de saber.

Ôh, minha mãe do oriente!

De olho azul?

Santificada!

Não, não, não! Não dê a ele não, o que é dele não.

Devolva não,

O que é dele não.

Preta Aparecida... grita aí também mulher!

Conceiça Santos.


1. desconheço o autor da frase.