sábado, 16 de outubro de 2010

Projeto integra comunidades quilombolas a universidades públicas

Comunidades quilombolas de todo o Brasil estão inseridas em um novo projeto junto às universidades públicas do país. A proposta é a de estabelecer uma relação com a Academia, contribuindo com a produção de conhecimento.

O projeto, intitulado Etnodesenvolvimento e Economia Solidária, faz parte de um programa do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), que se chama Brasil Local, o qual tem a Cáritas Brasileira como entidade articuladora nacional.

Ele apresenta uma metodologia de pesquisa inovadora, chamada de “pesquisa-ação”, que foi desenvolvida para proporcionar aos estudiosos o papel de pesquisadores deles mesmos – nesse caso, os pesquisadores são os próprios quilombolas.

A pesquisa-ação é um conjunto de métodos cujo objetivo é, entre outros, o de promover um novo e diferente desenvolvimento das comunidades quilombolas.

A idéia inovadora é a de que essas comunidades desenvolvam as pesquisas sobre elas mesmas, com base em sua própria experiência. Outra novidade do projeto é o fato de ele estar focalizado em atividades produtivas realizadas em territórios étnicos, que são espaços de desenvolvimento interligados, relacionados entre si de forma integrada, de forma a respeitar as identidades cultural e étnica da comunidade. (CNBB/ED)

Fonte: Observatório quilombola

Jamilly Cunha

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Breve resumo do tema que será trabalhado pelo Profº Rogério Nascimento nesta quarta-feira (13/10) no PET de A à Z

ANARQUIA NAS HUMANIDADES: pensamento coletivo e analítica relacional.

A configuração das Ciências Sociais no século XIX abriga um veio anti-autoritário singular pouco estudado nas universidades brasileiras: o anarquismo. Críticos do estatismo e do capitalismo, seus expoentes deixaram importantes contribuições aos interessados no estudo do complexo fenômeno humano. As diferentes áreas do conhecimento nas Humanidades se beneficiam de seus estudos e pesquisas. A partir dos nomes de Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865), Mikhail Bakunin (1814-1876), Piotr Kropotkin (1842-1921) e Max Stirner (1806-1856), apresentarei um breviário do anarquismo. Finalizo com uma explanação sumária da presença anarquista no movimento operário no Brasil em inícios do século XX, a instauração de processos coletivos na produção, elaboração e socialização do conhecimento e de sua analítica relacional.(Texto informado pelo autor)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PET de A à Z dia 13/10

O Próximo PET de A à Z contará com a participação do Profº Rogério Nascimento, trabalhando o tema "Anarquia nas humanidades: pensamento coletivo e analítica relacional".