sábado, 13 de março de 2010

Oficina Escola Normal

 
 
 
 
Posted by Picasa

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. gostaria de pedir que os petianos que construíram a oficina na escola normal contassem como foi a experiência.

    ResponderExcluir
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  4. A oficina foi ótima! No começo os alunos estavam sem entender o que realmente queríamos fazer lá. Logo que começamos a discutir o assunto os alunos ficaram muito curiosos,logo após, participativos descrevendo suas experiências. Como imaginávamos eles não acreditavam que nossa sociedade é entrecortada de preconceitos e marcado pelo racismo. Nós gostamos de se pensar como uma nação anti-racista. Nos gostamos de se pensar como iguais em direitos assim como está na constituição, e não como uma nação plural que comporta diferença. Ora! Se pensar como plural é se pensar comportando diferenças, e isso vai de encontro com o princípio liberal que formatou o pensamento de igualdade que vigora no Brasil e na constituição. Imagine se pensar como uma nação racista! Nosso racismo tem origem na história de formação político, econômico e social e cultural do país. Assim, os textos de Roberto da Matta, Darcy Ribeiro, Conde de Gobineau, Gilberto Freire e outros nos ajudou a construir um texto que discutia a questão racial e a origem do preconceito de raça que temos no Brasil. A idéia da oficina era demonstrar como classificamos as pessoas no Brasil. Bom, classificamos, diferentemente dos Estados Unidos da América, nós nos classificamos a partir de uma condição fenotípica e não a partir de ua origem como é o caso dos Estados Unidos. Para oficina levamos fotografias de famosos e não famosos para que os alunos identificassem quem era; negro, branco, amarelo e índio. Como era de se esperar classificaram fenotípicamente.
    Na mesma oficina falamos do tipo de preconceito historicamente construído no Brasil e do racismo dos EUA. A idéia não era dizer qual deles era melhor ou pior, se é que isso é possível, mas para mostrar como se formou cada um. Assim terminamos a oficina discutindo como no Brasil vigora um preconceito velado e não como nos Estados Unidos que até a década de 60 mais ou menos o preconceito estava instituído na forma da lei, ou seja, na própria constituição. A oficina foi importante tanto para nós como para eles, pois nos ajudou a desconstruir a idéia de que o pais se pensa como nação homogênea, de igualdade de direitos e sem preconceito de cor. Maria da Conceição (atualmente petiana).

    ResponderExcluir
  5. O grupo PET ministrou duas aulas na Escola Normal nos dias 22 e 24 de setembro, com a temática sobre racismo e ensino, com o texto de abertura Relativizando Roberto da Matta, em o racismo à Brasileira.Nessa oficina fizemos alguns apontamentos sobre raça, como o Brasil deu importância a questão da raça e a questão afro-brasileira na história do Brasil,também diferenciamos o racismo no Brasil e o racismo nos Estados Unidos.
    Além de explanar acerca do racismo tebtamos deixar o clima mais informal entre os alunos e propomos uma dinâmica sobre a questao de cor,raça, e fenótipos.Os alunos envolveram-se de forma bastante positiva ,querendo ate ultrapassar o tempo da aula para discutir demais assuntos,como por exemplo,as cotas raciais.

    ResponderExcluir