quarta-feira, 31 de julho de 2013

PET de A a Z- 1º de agosto

Continuando o Ciclo de Palestras, que intitulamos de PET de A a Z, que ocorre todas as quintas-feiras, a partir das 14, na Sala 15, Hall das Placas do Centro de Humanidades da UFCG.
Durante uma hora o nosso convidado apresenta um aspecto, uma questão, uma atividade que queira ressaltar na sua trajetória acadêmica e a seguir a platéia tem igual tempo para debate.

O nosso palestrante do próximo dia 1º de agosto  é o professor especialista em sociologia rural e membro da Unidade Acadêmica de Ciências Sociais, vinculado à área de Política, Maurino Medeiros de Santana, atualmente Ouvidor da UFCG.

Segue o título e um resumo da mesma.

A OUVIDORIA COMO INSTRUMENTO DE PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA NA UFCG
A Ouvidoria universitária da UFCG é um instrumento jurídico-político de democracia direta que objetiva receber a procedência de reclamações, sugestões, denuncias ou outras questões dirigidas pela comunidade universitária ou da comunidade em geral, sugerir as diversas instâncias da administração universitária medidas que visem ao aperfeiçoamento da instituição, bem como divulgar amplamente os direitos individuais e de cidadania do corpo de discentes, docentes e técnicos administrativos.
Outrossim, compete a Ouvidoria regular a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo, emprego ou função na administração pública universitária.

Postado por: Ana Carolyne

terça-feira, 23 de julho de 2013

PEt de A a Z - 25 de julho

"Entre a redistribuição e o reconhecimento: a semiótica das estatísticas sociais"


com o Prof. Dr. Ronaldo Laurentino de Sales Jr.









Segue um pequeno currículo do palestrante:
O professor Dr. Ronaldo Laurentino de Sales Júnior tem experiência na área de Sociologia Política, com ênfase em Políticas Públicas, atuando principalmente nos seguintes temas: relações étnico-raciais, movimentos sociais negros, ações afirmativas, política e desenvolvimento. Outra área recente de interesse está relacionada à relação entre sociabilidade e espiritualidade. Ademais, como coordenador do LABinfo, Laboratório das Pós-graduações do Centro de Humanidades, vem desenvolvendo um trabalho de formação, utilização de tecnologias e apoio logístico à pesquisa em ciências sociais. Vem desenvolvendo um trabalho de construção de modelos matemáticos à análise de discurso, buscando uma interface entre métodos e técnicas qualitativos e quantitativos.É professor do PPGCS e da UACS/CH/UFCG.

Local: Sala 15 - Hall das Placas
Horário: 14:00h às 16:00h

Por: Carolina Albuquerque

domingo, 21 de julho de 2013

Relações de poder envolvendo a surdez

Por: Maria Cecilia de Moura e Marcus Vinicius B. Nascimento *




Uma polêmica que envolveu certo personagem Tarciso, adolescente surdo, da novela Cama de Gato. Embora o personagem faça uso de aparelho e oralidade, representantes da área médica consideram que a Rede Globo, por sua enorme influência junto à população, deveria abordar na novela a possibilidade do implante coclear. Isto não seria um problema, se não fosse a justificativa dada, qual seja, a de que a Língua de Sinais é um retrocesso na vida dos surdos. 
Profissionais de fonoaudiologia, de educação e também da área médica ligados à comunidade surda posicionaram-se contra essas declarações. Leia a seguir a manifestação dos fonoaudiólogos Maria Cecilia de Moura e Marcus Vinicius B. Nascimento.


Historicamente, a surdez sempre foi vista por um viés patológico e incapacitante. As práticas da medicina sobre os corpos dos surdos são embasadas nos pressupostos de que a condição de humanidade é caracterizada pela perfeição biológica, ou seja, toda marca de imperfeição corporal deverá ser passível de “conserto”. Essa “perfeição”, baseada nos padrões da maioria, é cobrada daqueles que, por algum motivo, nascem ou adquirem alguma deficiência. A imposição da normalidade é condição para a aceitação em uma sociedade onde todos são, ou deveriam ser, “iguais”. 
Essa concepção de surdez, elaborada no século XVIII, arrasta-se pela história da humanidade e ainda pode ser vista hoje na atuação da medicina, que, de todas as maneiras, cria possibilidades de restauração da deficiência auditiva, destacando os aparatos da tecnologia como fundamentais para a vida dos sujeitos Surdos (o uso da palavra deficiência aqui se refere a déficit no sentido auditivo e não ao estigma de incapacidade que essa palavra imprime naqueles que a possuem). 

A surdez, a partir da concepção socioantropológica, é concebida como uma diferença. A deficiência, nesse caso, não está nos Surdos, mas na sociedade que não os aceita da maneira como são. Essa concepção teórica abraça a surdez e suas peculiaridades, como a Língua de Sinais, reconhecida pela linguística como língua natural e constitutiva de subjetividades, e a Cultura Surda, legitimada pelo multiculturalismo como maneira peculiar de os Surdos perceberem o mundo e caracterizada pela alta percepção visual que eles possuem. 
Fatos atuais na mídia brasileira colocam em debate essas concepções. De um lado, a exaltação do implante coclear como recurso definitivo contra a surdez, afirmações de que a surdez incapacita e que o uso da Libras é um retrocesso. De outro, a Língua de Sinais colocada como língua natural do Surdo e a surdez, como traço de identidade e não experiência de uma falta.
A grande problemática dessa discussão parece estar na visão excludente. Por que um recurso em detrimento do outro? Em uma sociedade multicultural e plurilingüística, o acesso a duas línguas possibilita aos Surdos uma maior mobilidade social. 

No Brasil, diferentemente de outros países como a Austrália e os países escandinavos, o poder médico coloca o Implante Coclear como uma “cura” que deverá banir o uso da língua de sinais. As justificativas são as de que os Sinais fariam o surdo ficar “preguiçoso” para usar os benefícios do implante coclear, que exige um treinamento intensivo para que o sujeito possa se beneficiar dos estímulos que ele receberá na cóclea. Dessa forma, o poder médico perpetua sua função reguladora da sociedade, impedindo o livre arbítrio até mesmo da escolha do uso da língua que o indivíduo deseja.
Eis aqui uma questão importante de ser pensada. 
Quando, numa sociedade, algo é proibido a um grupo de indivíduos, sob a justificativa de que um grande investimento está sendo feito para transformá-lo num ser “normal”, podemos falar de manipulação e de eugenia. Podemos falar de raças puras que se comportam todas da mesma forma, usam a mesma língua e defendem os mesmos princípios culturais. A diversidade é banida e a homogeneidade, almejada a qualquer custo, para que o cidadão não precise se preocupar em lidar com as diferenças. Mas isso é uma grande violência psíquica, um abuso contra o indivíduo que vê retirada a sua possibilidade de se organizar, de se compor e de se expressar da forma que desejar.

Neste momento, surge sempre a dúvida: E se não dermos à criança surda o direito de se expressar pela língua oral? Pois que esse direito seja dado, mas seja dado em conjunto com a liberdade de poder usar a língua de sinais. Lutemos para que ela possa desenvolver ambas e possa, a partir de suas necessidades e desejos, estar no mundo da forma que escolher. 
Retiremos do surdo a incapacidade que lhe é atribuída há tanto tempo e permitamos que ele possa traçar seus caminhos. Como? Possibilitando a fala como escolha e não como imposição. Possibilitando que ele possa ser o que é: surdo, sinalizador e falante, com o direito de opção. 
Que os poderes médico, político e econômico, apoiados pela força da mídia televisiva e jornalística (que, por sua vez, é governada pelas forças políticas e econômicas também), percebam sua tirania e permitam que possamos ver o surdo como cidadão e não como um deficiente/incapacitado a ser consertado. Quando a liberdade é retirada, o abuso se estabelece. Se as bocas são caladas, pouco poderá ser feito. 

Consideramos que o Implante Coclear é uma escolha do indivíduo e da família, mas que o Surdo deve poder conviver com a língua de sinais, pois uma forma não retira a possibilidade do desenvolvimento das habilidades da outra, como bem mostram diversos trabalhos na Austrália e na Escandinávia. 
Aprendamos com aqueles que sabem conviver com as diferenças, que respeitam a diversidade e que colocam a tecnologia médica a serviço de uma melhor condição de vida para o Surdo, e não como um impedimento para sua outra forma de estar no mundo: como Surdo, pertencente a um grupo minoritário, mas que tem direitos como qualquer cidadão, sendo o maior deles o de não ser violentado na escolha da língua que deseja usar. 

*Profa. Dra. Maria Cecilia de Moura, docente no curso de Fonoaudiologia da FCHS/PUC-SP
Marcus Vinicius B. Nascimento, acadêmico do 4º ano de Fonoaudiologia da PUC SP e tradutor intérprete de LIBRAS/Português.



Postado por: Carolina Albuquerque

Retirado:http://www.ifono.com.br/ifono.php/relacoes-de-poder-envolvendo-a-surdez

terça-feira, 16 de julho de 2013

PET de A a Z - 18 de Julho

"O tempo dos Martim: apontamentos sobre uma temporalidade camponesa"

com a Professora:  Verena Sevá



O tempo, desde uma perspectiva antropológica, é uma forma de marcação da vida social constituída numa relação indissociável entre eventos naturais e práticas sociais. Nesse sentido, ao considerarmos a diversidade de formas societárias, deparamo-nos com uma heterogeneidade de formas de notação temporal, o que nos permite pensar para além de um tempo e de uma temporalidade universal.
Inserindo-me nesse debate, minha proposta é pensar a configuração do tempo num contexto camponês – os Martim -, onde as práticas sociais estão fortemente relacionadas à mobilidade espacial de seus habitantes.


Sobre a palestrante:

Possui doutorado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É professora adjunta da Unidade Acadêmica de Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande desde outubro de 2011. Tem experiência nas áreas da Antropologia e Sociologia, com pesquisas versando sobre os temas: campesinato, territorialidade, mobilidade espacial, redes sociais, trocas, relações de gênero e geracional . Desde 2007 é editora da revista Ruris - publicação do Centro de Estudos Rurais (Ceres), ligado ao IFCH/Unicamp.


Durante a palestra:









Horário: 1400 h às 16:00 h
Local: Sala 15 - Hall das Placas

Postado por: Carolina Albuquerque



quinta-feira, 11 de julho de 2013

Projeto Agosto da Igualdade - 215 anos da Revolta dos Búzios- Homenagem ao Poeta Campinense Arnaldo Xavier


Na foto que abre a matéria os  escritores Arnaldo Xavier (a esquerdada foto) e Paulo Colina (a direita), que deixaram saudades, poemas, livros, reflexões e pensamentos.


Tendo como objetivo maior debater o genocídio da juventude negra em Campina Grande e na Paraíba e homenagear o grande poeta da literatura afro-brasileira Arnaldo Xavier, no mês de agosto acontecerá o Seminário voltado para a educação inclusiva e combate ao racismo e reflexão em torno dos 10 anos de criação da Lei 10.639\03.

Estão confirmadas as presenças da Doutora em Educação e professora da UNEB Ana Célia da Silva, da pedagoga, Diretora de Cultura de Arte do Ilê Aiyê, pós- graduada em História da África pré-colonial e Diretora do Centro de Culturas Populares e Identitárias da Bahia- Arany Santana, do cartunista, publicitário, roteirista, escritor, jornalista e Presidente do Conselho Editorial da Revista Raça Maurício Pestana, do Presidente do Olodum e Mestre em Direito Público João Jorge Rodrigues, da Presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB-PB e ativista dos direitos humanos Laura Berquó, do Mestre em História e Especialista em  História e cultura afro-Brasileira Ariosvalber de Sousa Oliveira, do Secretário de Cultura do Estado da Paraíba Chico César, do presidente da ADUEPB José Cristóvão de Andrade, do poeta Silas Silva da Paraíba, do Mestre Sabiá da Associação Cultural de Capoeira Badauê, da Escola Mukambu de Capoeira Angola Paraíba, entre outros palestrantes de renome nacional e do movimento negro de João Pessoa como o Historiador Danilo Santos.


Coordenador: Jair Nguni-Historiador e militante do Movimento Negro de Campina Grande.TEL- 083 8890 9564, 9191 1416
PROGRAMAÇÃO
Dias 29,30 e 31 de agosto
Horário: 14h
Local: Mini Teatro Paulo Pontes do Teatro Municipal Severino Cabral.
Entrada gratuita.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

MINICURSO: “LÚCIA E IRENE: DA FLOR AO FRUTO”



Este minicurso se propõe a discutir como a temática da prostituição feminina é abordada nas obras: Lucíola de José de Alencar e O vôo da guará vermelha de Maria Valéria Rezende, a partir da reflexão em torno das personagens Lúcia e Irene, protagonistas dos respectivos romances, tendo em vista os contextos de produção, circulação e consumo dessas obras. A maneira como a temática da prostituição feminina é abordada nessas obras literárias, tendo em vista contextos de produção, circulação e consumo específicos – enquanto O voo a guará vermelha é uma obra contemporânea, Lucíola representa o romantismo brasileiro -, contribui para percebermos o modo como a mulher também é vista pela sociedade, nas diversas épocas e exercendo os papéis que a sociedade lhe impõe. Nesse sentido, compreendemos a dicotomia que permeia a condição feminina ao longo da história: “a mulher flor e a mulher fruto”, como sendo um fator cultural que pode ou não ser constado a partir da análise das obras selecionadas.

II – OBJETIVO: compreender como a temática da prostituição feminina é abordada nas obras: Lucíola de José de Alencar e O vôo da guará vermelha de Maria Valéria Rezende, a partir da reflexão em torno das personagens Lúcia e Irene, protagonistas dos respectivos romances, tendo em vista os contextos de produção, circulação e consumo dessas obras.

III – CONTEÚDO: personagem do romance; mulher: cultura e representação; prostituição feminina.

VI - METODOLOGIA:

A apresentação expositivo-dialogada do conteúdo se fará por meio da utilização de material didático impresso e de multimídia, acessível aos participantes.

O minicurso será desenvolvido em três encontros. O primeiro encontro abordará aspectos teóricos que fundamentam as análises das obras selecionadas. Já o segundo encontro, destina-se à leitura de trechos do romance Lucíola, a fim de traçarmos um perfil da personagem central da obra, Lúcia, que colabore para a reflexão acerca da condição da mulher do século XIX.  Por fim, o terceiro encontro será destinado à apreciação de trechos da obra O vôo da guará vermelha, com ênfase na personagem  Irene, a fim de estabelecer possíveis comparações entre as personagens analisadas.

PALESTRANTE: Francy Izabelly  Macedo ( http://lattes.cnpq.br/3510343409290584)

Datas: 19/07; 26/07 ; 02/08
Horário: 14:00 às 16:00
Local: Sala 15 – Hall das Placas


Sobre as inscrições:
Aos que se  interessarem,  enviem seus dados (nome, telefone, curso, nome da instituição no qual estão vinculados e e-mail) para o seguinte e-mail: petantropologia@yahoo.com.br - A inscrição é gratuita.

Postado por: Carolina Albuquerque

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O mal do Fundamentalismo Religioso


Nesse tempo de discussões polvorosas entre evangélicos radicais e as minorias (negros e homoafetivos), mais especificamente desde que Marco Feliciano assumiu a cadeira de presidente da comissão de direitos humanos, é preciso ter em mente momentos históricos.
Voltando ao século passado, vamos encontrar evangélicos fundamentalistas fundando a monstruosa Ku Klux Klan 


Por isso, tenhamos muito cuidado com Malafaia, Feliciano e seus grupos religiosos teocratas radicais. Esse fundamentalismo evangélico intolerante que eles representam (nascido nos EUA e importado para o Brasil) tem um histórico horroroso e genocida:
Houve um tempo nos EUA em que a Ku Klux Klan era saudada como defensora dos verdadeiros valores americanos, muito parecido com o discurso que estes religiosos brasileiros querem retomar, se colocando como salvadores da moral e dos bons costumes, como protetores da família e da sociedade. Tenhamos cuidado, pois disso para se transformar em uma guerra contra tais minorias falta-se muito pouco.
Um desses espetáculos de massas produzido por essas organizações que 
eram formadas por pessoas de classe média, brancas, religiosas e se divertiam linchando negros, é descrito cruamente nesse texto: 

"O negro é cozido, flamejado e queimado, pois deve morrer duas vezes em lugar de uma só. É depois enforcado, ou mais exatamente, o que resta do seu corpo é pendurado... Quando já todos estão saciados, o cadáver é descido. A corda é então cortada em pequenos pedaços, cada um dos quais será vendido por três a cinco dólares".

Então um "viva!" aos Felicianos, Malafaias e Bolssonaros da vida, que, com a Bíblia debaixo do braço, lincham e condenam aos homossexuais, negros, ateus entre outros que não se encaixam nesse modelo fascista que querem implementar no Brasil.


Por: Jhéssika Angell.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Alma Negra


Por: Sirlei L. Passolongo



Minh’alma negra
Inda chora...
Chora a crueldade do Preconceito.
Que há muito o mundo,
Miseravelmente,
Tem feito.
Meus olhos choram
Lágrimas de sangue
Pois só vêem dor e
Maldade...
Irmãos negros, pela cor
Subjugados,
Mundo afora humilhados.
Meu coração negro
Clama justiça ao meu povo
Milhares morrem de fome
E infinitas doenças...
Esmagados no esquecimento
Por preconceito e violência
Minh’alma negra e forte
Grita por respeito e igualdade
Não apenas
Um dia de consciência
Direitos a dignidade...
Por toda a nossa existência!
Alma Negra 
Minh’alma negra
Inda chora...
Chora a crueldade do
Preconceito.
Que há muito o mundo,
Miseravelmente,
Tem feito.
Meus olhos choram
Lágrimas de sangue
Pois só vêem dor e
Maldade...
Irmãos negros, pela cor
Subjugados,
Mundo afora humilhados.
Meu coração negro
Clama justiça ao meu povo
Milhares morrem de fome
E infinitas doenças...
Esmagados no esquecimento
Por preconceito e violência
Minh’alma negra e forte
Grita por respeito e igualdade
Não apenas
Um dia de consciência
Direitos a dignidade...
Por toda a nossa existência!

Postado por: Carolina Albuquerque

quarta-feira, 3 de julho de 2013

PET de A a Z - 04 de julho de 2013

"As Comissões da Verdade: explicitando origens, estruturas, modo de funcionamento, objetivos, metodologia de pesquisa e as perspectivas dessas comissões"

com o Professor: Fábio Freitas


Segue um pequeno resumo e alguns dados biográficos/acadêmico:

Com o fim das ditaduras militares e dos regimes de discriminação como o apartheid  por exemplo, e de maneira particular nos processos de transição às novas democracias na América latina a partir do início dos anos 80, estruturaram-se em diversos países ( Uruguai, Argentina, Chile ) Comissões da Verdade e da preservação da Memória a exemplo do movimento Ponto Final, no Chile, Nunca mais, na Argentina, As Comissões da Verdade e da reconciliação, na Àfrica do Sul, etc, que tinham como ponto em comum a apuração rigorosa das gravíssimas violações de Direitos Humanos ocorridas durante a vigência das ditaduras civis-militares e  a responsabilização e punição dos culpados, bem como o resgate e a publicização da memória das vítimas; exemplos dessas graves violações foi as prisões e sequestros em massa, a tortura institucionalizada, os desaparecimenos forçados, os banimentos e as mortes de milhares de opositores desses regimes.
Nossa exposição objetiva explicitar as origens, as estruturas, o modo de funcionamento, os objetivos, a metodologia de pesquisa e as perspectivas dessas comissões.


Durante a palestra: 










Houve também uma pequena exibição do filme: 

Batismo de Sangue

Vejam abaixo:



O professor Fábio Freitas disponibilizou o seu slide para que o público tenha acesso, segue abaixo:












Professor Efetivo da Unidade Acadêmica de Ciências Sociais (UACS) do Centro de Humanidades da UFCG, nas áreas de Teoria, Filosofia Política e Direitos Humanos. Bacharel e Licenciado em Ciências Sociais,Especialista em Ciência Política(UFPE),Especialista em Direitos Humanos(IIDH-Costa Rica),Mestre(com distinção) em Ciências Jurídicas/Direitos Humanos(PPGCJ-UFPB), atualmente integra o grupo de sete coordenadores da Comissão Estadual da Verdade e da Preservação da Memória atuando como coordenador da relatoria temática sobre o Mapa da tortura na Paraíba no período 1964 a 1985, com mandato 2013 – 2015;  Professor do Curso de Especialização em Direitos Humanos do CCHLA/UFPB. Professor do Curso de pós-graduação (latu-sensu) em Segurança Pública (CESP) do CE da PMPB; Pres. da Comissão de Direitos Humanos da UFCG; Membro colaborador da Comissão de Direitos Humanos da UFPB; Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos do CCHLA da UFPB; Membro da Equipe Nacional de professores da Rede de Educadores em Direitos Humanos(REDH Brasil- MEC/SEDH); Membro do Comitê Paraibano de Educação em Direitos Humanos; Membro da Anistia Internacional;; articulista e conferencista.